entre elas, a rima e a métrica. entre elas havia notas que música nenhuma ousou tocar
havia versos que nenhum poema soube alcançar.
eram urgentes as mãos que se procuravam
quentes os dedos que se encontravam
doces os olhos que se falavam.
entre as pernas havia o prazer há tanto tempo reprimido
havia o segredo de saber-se, o amor, escondido.
eram tantas as suas coincidentes delicadezas
deliciosamente femininas suas sutilezas
quando juntas, eram todo certeza.
entre aquelas houve um dia o que não se pode saber
e hoje é delas aquilo que nunca vão esquecer.
ficaram guardadas as noites compartilhadas
tatuadas na alma as juras pronunciadas
na pele, o cheiro de serem amadas.
se fizeram eternas as aquarelas que saíam delas
e entre elas, serão elas sempre lembradas.
entre elas, a rima e a métrica.
entre elas havia notas que música nenhuma ousou tocar
havia versos que nenhum poema soube alcançar.
eram urgentes as mãos que se procuravam
quentes os dedos que se encontravam
doces os olhos que se falavam.
entre as pernas havia o prazer há tanto tempo reprimido
havia o segredo de saber-se, o amor, escondido.
eram tantas as suas coincidentes delicadezas
deliciosamente femininas suas sutilezas
quando juntas, eram todo certeza.
entre aquelas houve um dia o que não se pode saber
e hoje é delas aquilo que nunca vão esquecer.
ficaram guardadas as noites compartilhadas
tatuadas na alma as juras pronunciadas
na pele, o cheiro de serem amadas.
se fizeram eternas as aquarelas que saíam delas
e entre elas, serão elas sempre lembradas.